Patty Bouvier
22.2.05
Os Simpsons
1.2.05
Tsunami
Costa de Banda Aceh, na Indonésia.
31.1.05
Mico Fedor
"Jogador da Seleção Sub-20 da Venezuela, que atua no futebol espanhol, teria dificuldades para jogar em qualquer clube, 'galáctico' ou não, aqui no Brasil. O futebol dele não é o maior problema - até arrisca bem como volante. O caso está no nome do rapaz, Mico Fedor. Isso mesmo, a descendência húngara não ajudou na hora de traduzir o nome para o espanhol ou português. Mas certamente, para nós, resta o pior do candidato a craque, o apelido carinhoso de 'Micú'.
Cartaz apresentado por um torcedor mostrou o carinho da torcida com a promessa 'Arriba Micú', incentivava a mensagem. Definitivamente, seria difícil imaginar a narração esportiva envolvendo o venezuelano".
21.1.05
We'll be back
We will rock the beach!
20.1.05
Pastor, eu?
14.1.05
Novas conexões
13.1.05
Fruta do pecado
"O nome científico da banana é Musa paradisiaca . E, ao que parece, não à toa. Que o diga Pedro de Rates Henequim, português, filho de pai holandês, nascido em Lisboa no final do século XVII. No início do século seguinte, Henequim veio para o Brasil, passando muitos anos em Minas Gerais, onde desenvolveu interessantes teorias sobre a criação do mundo, sobre a Virgem Maria e sobre o Paraíso Terrestre. Interessantes para nós, não para a Inquisição. Dizia, entre outras coisas, que a Virgem era hermafrodita, que a língua falada pelos anjos era o português, que o Paraíso onde Deus criou Adão e Eva ficava no interior do Brasil e que o 'fruto da árvore da vida' mencionado no Gênesis era - pasmem - a banana. Foi preso pelos inquisidores e reduzido a cinzas em Lisboa, no dia 21 de junho de 1744."
11.1.05
As Ilhas
Mas a história que Maurício conta é outra. Em 1894, com o esmagamento da revolução federalista pelas forças do presidente Floriano Peixoto, Anhatomirim foi transformada em prisão e palco de fuzilamento de dezenas de rebeldes e membros da elite local acusados de colaboracionismo. Por quase dois anos, Desterro havia sido transformada em capital provisória dos rebeldes, que transferiram do Rio de Janeiro para a Ilha de Santa Catarina os principais navios de guerra da Marinha. Como a história é de quem vence, a Assembléia Legislativa aprovou após o conflito a mudança do nome da capital para Florianópolis, em homenagem ao marechal-presidente. Vez ou outra alguém murmura que a cidade deveria voltar a se chamar Desterro, com o argumento de que a mudança do nome, há mais de cem anos, foi uma humilhação. Mas a idéia nunca foi capaz em empolgar grande parte da população local e sofre resistência dos empresários ligados ao turismo.
6.1.05
Tsunami atlântica
4.1.05
Novos linques
3.1.05
O dia depois de amanhã
No fim de março de 2004, o litoral sul catarinense foi atingido por um furacão que devastou a região, incluindo o extremo norte da costa do Rio Grande do Sul. Foi algo que jamais havia sido registrado no Atlântico Sul. Tão inédito que os técnicos dos órgãos de referência nacional em meteorologia (Inpe e Inmet) recusaram-se a acreditar nele mesmo depois de ter devastado a região com ventos constantes de 150 Km/h. Em nota conjunta publicada em 29 de março, classificaram o fenômeno como "híbrido", um cliclone extra-tropical (comum no oceano) que havia assumido características de um furacão ao aproximar-se da costa. Quatro dias antes, no entanto, centros de meteorologia norte-americanos (acostumados a esse tipo de evento) e locais (Epagri e Climaterra, em Santa Catarina), já alertavam para a chegada de um furacão. A diferença entre ciclone e furacão, no entanto, passou a ser uma discussão meramente técnica - e sem sentido para quem viu casas serem arrancadas do chão.
Alterações climáticas, como a mudança da temperatura do oceano em decorrência do aquecimento global, podem ser responsáveis pelo aparecimento desses ventos incomuns. Mas isso é coisa para ser confirmada pelos estudiosos do assunto - daqui a vários anos, é claro. Para quem gosta de especular sobre a iminência de catástrofes naturais, no entanto, há argumento para uma teoria conspiratória climática, como no filme "O dia depois de amanhã".
2.1.05
31.12.04
Agora vai
17.12.04
Beleza artificial
Os organizadores ainda terão de decidir se permitem a participação de Liu Xiaojing, de 21 anos, que trocou de sexo na mesa de operação quando tinha 18. "Legalmente, hoje sou uma mulher e este concurso é meu primeiro passo formal para a identidade feminina", disse a candidata transexual. Entre as participantes está ainda está Liu Yulan, uma aposentada de 62 anos e cabelos escurecidos que já passou por quatro cirurgias.
Alguém teve a idéia de realizar o concurso Miss Beleza Artificial depois que uma jovem de 18 anos perdeu uma ação por danos emocionais na justiça chinesa, no início deste ano. Ela foi desclassificada num concurso de beleza por ter se submetido a uma cirurgia plástica. O que faz uma injeção de capitalismo num país comunista que proibiu por 30 anos os concursos de beleza! Sinceramente, prefiro as mulheres digitais.
Nota de 20/12: a coroa foi para Feng, uma jovem de 22 anos, da cidade de Jilin, no nordeste do país.
15.12.04
Beleza digital
Katty-ko
A vencedora foi uma chilena e, curiosamente, uma modelo de carne e osso. De acordo com a agência de notícias Reuters, Rodolfo Perez Ayala decidiu que produto algum de sua imaginação poderia vencer a beleza de sua mulher, Katty Kowaleczko, e contratou o artista Flavio Parra para recriá-la em pixels. Kowaleczko interpreta Paula Sandoval na popular novela latino-americana Tentación. Katty-ko, a versão digital da atriz chilena, venceu o concurso com mais de 17 mil votos.
Pompea
O segundo lugar ficou com a italiana Pompea, a reconstrução digital de uma jovem morta na erupção do Vesúvio no ano 79. "Ela era escrava, mas amante de um homem rico. Seu corpo foi descoberto recoberto de jóias", disse Genny Tortora, professora da Universidade de Salerno e líder da equipe Pompea.
Kaya
A brasileira Kaya, que por enquanto só tem a cabeça, ficou com o terceiro lugar. A musa foi criada pelo artista Alceu Baptistão, que tem por objetivo criar "uma mulher digital para atuar como cantora ou performer", segundo informações do saite da finalista.
27.11.04
Mudança para o mesmo
13.11.04
A mulher do Arafat
2.11.04
Asterix e Obelix aos 45
Depois de registrar o aniversário de 40 anos da Mafalda, não poderia deixar passar em branco as 45 primaveras recentemente completadas por outro ícone dos quadrinhos. O francês - ou melhor, gaulês - Asterix e sua trupe apagaram as velinhas no último dia 29, exatamente um mês depois da argentina Mafalda. Na véspera, a Folha publicou um pequeno texto da agência de notícias France Presse lembrando a data. Asterix e seus amigos gauleses caçam javalis e distribuem sopapos em legionários romanos desde 29 de outubro de 1959. A revista francesa de histórias em quadrinhos Pilote -desaparecida em 1989 - publicou a primeira historieta, com roteiro de René Goscinny e desenhos de Albert Uderzo.
Hoje, as últimas histórias do pequeno gaulês ultrapassam os dois milhões de exemplares vendidos. O recorde é de 2001, com Astérix e a Traviata, publicado no mesmo dia em toda a Europa em oito milhões de exemplares, sendo três milhões na França e outros três na Alemanha, país onde Astérix é muito popular.No total, com 36 aventuras publicadas em 107 diferentes idiomas e dialetos, são 310 milhões de histórias em quadrinhos de Astérix e seus amigos vendidas em todo o mundo. Além disso, as aventuras do pequeno gaulês inspiraram jogos de computador, CDs, uma peça de teatro, sete filmes de animação e dois longas de sucesso, rodados em 1999 e em 2002. Isso sem contar o Parque Astérix, inaugurado em 1989 no subúrbio de Paris.
Ideafix
Uderzo tornou-se o único criador de Astérix desde a morte de seu companheiro Goscinny, em 1977. O desenhista resolveu continuar a aventura sozinho, assumindo também o roteiro, e as onze últimas histórias foram publicadas com sua assinatura. Com 77 anos, Uderzo acabou de terminar o roteiro da próxima história, que deve ser publicada em 2005, e deu a entender que, "talvez, pela primeira vez, o bardo Chatotorix será autorizado a participar do banquete final", que sempre encerra as histórias. Como diz o texto da Folha, seria um acontecimento histórico.
1.11.04
As pesquisas acertaram
21.10.04
A tal alternância de poder
Aqui em Florianópolis, talvez seja cedo para dizer isso, mas parece haver uma troca de lideranças políticas. Esperidião Amin (PP) perdeu há dois anos a reeleição para o governo. Sua esposa, Angela Amin, há dois mandatos na prefeitura da capital, não conseguirá fazer o sucessor, ao que tudo indica. Já o neo-tucano Dário Berger é o elemento novo. Renunciou ao segundo mandato consecutivo na prefeitura da vizinha São José para ser candidato na capital. Venceu o primeiro turno com larga vantagem, enfrentando nomes conhecidos da política local. Sufocado pelos Bornhausen no PFL, partido pelo qual se elegeu duas vezes em São José, migrou para o PSDB, onde começa a se afirmar como principal liderança, ou pelo menos como político bom de voto. Seu partido, o PSDB, já venceu em Joinville e São José e, se levar a capital, controlará três das quatro maiores cidades, afirmando-se como nova força no Estado. Até onde ele vai?