22.10.05

A Tchurma do Schuch

O Bobagera acaba de incluir mais um nome de peso na seleta lista de blogues amigos. Trata-se de A Tchurma, do grande professor Hélio Ademar Schuch, do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), de quem foi aluno este que vos escreve. Pesquisador sério e ao mesmo tempo palhaço incorrigível, Schuch tem como credo o brizolismo - mas é gente finíssima. É um dos ídolos de uma geração de jornalistas formados pela UFSC - da qual humildemente faço parte - e ajudou a criar muita gente boa por aí. Schuch é um tipo de professor-pesquisador de universidade pública que deveria ser a regra, mas infelizmente, em muitos departamentos de nossas instituições federais de ensino, acaba sendo exceção - realmente, "a tchurma são foda". É um profissional dedicado ao conhecimento científico e sua difusão. Vale a pena ler a última nota no blogue A Tchurma, sobre a Teoria dos Jogos.

28.9.05



Quem foi criança nos anos 70 certamente se lembra dos Muppets. O programa semanal de TV estrelado por marionetes e sempre com convidados ilustres do showbizz em carne e osso foi um sucesso estrondoso, que amealhou 235 milhões de espectadores em vários países, de acordo com The Muppets Holding Company. A companhia, hoje associada à Disney, acaba de lançar nos Estados Unidos o DVD da primeira temporada do Muppets Show, criado em 1976. Mas as engraçadíssimas figuras dos Muppets são bem mais antigas que o programa. Seu líder, conhecido entre nós como Caco, o Sapo (Kermit, the Frog, para os americanos), parte no dia 14 de outubro numa turnê mundial com 50 destinos, para comemorar seu aniversário de 50 anos. Caco começará o périplo pela cidade texana que leva seu nome (Kermit) e visitará os destinos turísticos mais famosos do mundo, como a Estátua da Liberdade (Nova York), a torre Eiffel (Paris) e a Grande Muralha da China. O informe divulgado pela companhia na internet não diz se o Brasil está entre os 50 destinos.

16.9.05

Notas policiais

Trabalhar na editoria de polícia às vezes é divertido. Há alguns dias tenho substituído o editor da área no suplemento regional AN Capital do jornal A Notícia, enquanto o titular da pasta, grande colega Cao Carvalho, tira uma licença para cuidar da saúde. Pois vejam o que me trouxe ontem o repórter Jonas Hames, correspondente do jornal na região de Tijucas (SC). Um morador de Canelinha, cidade de 9 mil habitantes a 67 quilômetros de Florianópolis, foi embarcado numa ambulância para tratamento num hospital da capital. No caminho, o motorista parou num posto de gasolina, saiu do carro, e o paciente aproveitou o descuido para limpar a carteira no sujeito. A historinha completa está aqui. É o último texto da página.

15.9.05

Bátima - o saite




Fãs do Filme do Bátima têm agora um endereço favorito na internet. Para quem não sabe do que se trata, o filme de 22 minutos é uma dublagem com "tradução livre", em cima de um episódio do famoso seriado Batman & Robin, dos anos 60, em versão recheada de palavrões. Foi feito em 1981 por uma dupla de adolescentes, só por brincadeira, e muitos anos depois alguém colocou a obra de arte na internet. Virou um ícone. Os próprios autores, hoje na faixa dos 40 anos, levaram um susto com a celebridade inesperada. A história toda está contata no saite, onde é possível também baixar o filme, a música "Feira da Fruta" da trilha sonora e trechos do vídeo comparando o episódio original com a versão chula.

28.8.05

Pardais

Tenho recebido convites de amigos para entrar numa comunidade do Orkut - também criada por um amigo - chamada "Visite Floripa, ganhe uma multa". Explico para quem não mora em Florianópolis: a prefeitura instalou recentemente fotossensores nas avenidas de maior tráfego, sempre nos semáfaros, que flagram os carros acima da velocidade permitida, que avancem o sinal vermelho ou parem sobre a faixa de segurança. A reação à instalação dos radares (ou pardais) gerou até um movimento com direito a manifestações públicas e adesivos nos carros ("Fiscalizar, sim. Pardais, não"). A gritaria foi liderada por um ex-deputado estadual (Paulo Bornhausen, filho do senador Jorge Bornhausen, do PFL), que já havia conseguido a eliminação dos radares fixos de todas as rodovias estaduais de Santa Catarina. Como se vê, é um político de grande espírito público.

Esse caso é um exemplo de como as discussões públicas se dão no Brasil de modo enviesado. Em primeiro lugar, o que o movimento pede é, por princípio, absurdo: o direito de desrespeitar a lei. Ninguém questionava o limite de velocidade de 80 km/h na avenida Beira-Mar Norte até que ela passou a ter fiscalização. Seria legítimo discutir, por exemplo, aumentar o limite para 100 km/h, mas não simplesmente eliminar as multas. Infelizmente, não somos um povo educado, e as pessoas só respeitam a lei se acreditarem que serão punidas em caso contrário. Sem contar que ninguém tem a necessidade de dirigir a mais de 80 km/h numa via urbana cheia de semáfaros e com nove quilômetros de extensão. Na ponta do lápis, o ganho de tempo ao se trafegar a 100 ou 120 km/h é ridículo, e o comprometimento da segurança considerável. É por essas e outras que nosso país é campeão mundial em mortes no trânsito. Basta tirar um pouco o pé, e ninguém vai ser "roubado pela indústria da multa".

29.7.05

Anima Mundi Web

Por falar em desenho, já estão disponíveis na rede as animações finalistas do Anima Mundi Web 2005, versão para rede de um dos principais festivais internacionais de animação, encerrado no último fim de semana em São Paulo e Rio de Janeiro. Na verdade, a partir deste ano, o festival digital do Anima Mundi dividiu-se em dois, com a criação de um concurso específico de animações para celulares. Na primeira versão desse concurso, foram 3.703 inscritos. O grande vencedor do Anima Mundi Celular 2005 foi Celulara, do brasileiro Andrei França, que levou o primeiro lugar na votação popular (via internet) e do júri profissional. No Anima Mundi Web, o primeiro lugar escolhido pelo júri de profissionais da área foi para a animação ficou com 3 penas e uma minhoca, de Igor Coric, da Sérvia-Montenegro. Na votação popular, ganhou O homem no metrô, do brasileiro Oswaldo Carrupt Machado. Todos os 20 finalistas dos dois concursos podem ser vistos no saite do Anima Mundi Web.

28.7.05

Oscar dos quadrinhos



Essa é uma boa dica para quem gosta de histórias em quadrinhos. Acabam de serem divulgados os vencedores de The Web Cartoonists Choice Awards (Prêmio Escolha dos Catunistas na Rede), uma espécie de Oscar para os HQ divulgados na internet, em que a escolha é feita pelo voto dos próprios desenhistas. São cerca de 600 eleitores e qualquer pessoa que divulgue um HQ na rede pode votar. O grande vencedor foi Alpha Shade (imagem acima). Indicado para quatro prêmios, levou três, entre eles a melhor construção de cenários e melhor história longa. Mais detalhes sobre o prêmio na reportagem de Paulo André Vieira em no mínimo. Alpha Shade tem ainda a seu favor a tecnologia do saite, que permite ampliar as páginas e ver os esboços dos desenhos.

27.7.05

Outra vez

O Estadão está ficando especializado em notícias esdrúxulas. Depois do americano que morreu sodomizado por um cavalo num sítio dedicado à zoofilia e da morta atingida no velório por uma bala perdida, eles me saem com essa, na edição de hoje do saite:

Homem desdentado é flagrado furtando escovas


Ribeirão Preto - O servente de pedreiro Ednor Rodrigues, de 32 anos, foi preso em flagrante na noite de terça-feira após furtar sete escovas de dente do Supermercado Gimenes, em Ribeirão Preto.

Seguranças do mercado o detiveram no estacionamento logo após receberem a informação de que o furto das escovas teria sido flagrado pelas câmeras internas de monitoramento.

Rodrigues, que era procurado pela polícia por furto, foi levado ao 2º Plantão Policial por PMs. No registro do boletim de ocorrência, Rodrigues informou que nem sabia o que faria com as escovas, já que não possui os dentes inferiores. Ele foi levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP).

26.7.05

Surreal

Notícia publicada hoje no saite do Estadão dispensa qualquer comentário:

Corpo sendo velado é vítima de bala perdida no Rio

Rio de Janeiro - Clenilda da Silva, de 50 anos, foi atingida por uma bala perdida na tarde desta terça-feira, no bairro do Catumbi, zona norte do Rio. Detalhe: dona Clenilda já estava falecida e tinha seu corpo sendo velado no cemitério São Francisco de Paula no momento do incidente. "É um fato inédito. O cemitério existe há 150 anos e foi a primeira vez que alguém morreu duas vezes. É mole? A gente vive numa cidade surreal", disse Elinaldo Manoel da Silva, que trabalha no setor administrativo do cemitério.

Nem morto tem sossego.

25.7.05

Metástase

Recomendo a leitura do breve artigo de Ricardo Kotscho na edição de hoje do saite no mínimo, sobre os tristes tempos em que vive o Brasil. Discordo ligeiramente do jornalista. Para Kotscho - embora ele não diga explicitamente isso -, a corrupção e a falta de princípios éticos parecem ser um câncer que já se espalhoupela sociedade brasileira, a partir de seus políticos. Concordo em parte, mas acredito que o caminho do mal é inverso. É a partir de uma sociedade aética que as células cancerosas se alimentam e se multiplicam na política. Em palestra à minha turma do curso de História, na segunda fase, um comerciante local, iraniano de nascimento, disse que gostava muito do Brasil, exceto por uma coisa: muitas pessoas não têm palavra.

Em tempos em que se fala na imprensa de reforma política, para corrigir o problema por cima, sou mais tentado a concordar com o sociólogo mexicano Guillermo Cumachero, em entrevista para o caderno de fim de semana do jornal Valor (Eu&, 15, 16 e 17 de julho de 2005, páginas 4 e 5, "O 'x' da reforma"): "para Cumachero, o que os eleitores latinos necessitam não é mudar obrigatoriamente sistemas eleitorais para enfrentar crises. Ou combater corrupção. 'É avançar como povos educados que, além de votar, peçam contas aos eleitos para fortalecer cada uma de suas instituições', conclui". Quem ainda tiver saco para ler algo sobre porque nosso país não funciona direito, recomendo que leiam a entrevista que fiz com o representante da Unesco no Brasil, Jorge Werthein, publicada no jornal A Notícia, no mesmo fim de semana em que saiu a matéria do Valor (17 de julho, domingo): "Educação precisa ser uma política de Estado".

16.7.05

Mensalão

Procuro não comentar o que todo mundo está de saco cheio de ouvir, mas vou abrir uma excessão - afinal, o blogue é meu e escrevo o que eu quiser. O caso do mensalão, denúncia apresentada pelo deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), de que o PT pagava mesadas de R$ 30 mil em dinheiro vivo para comprar votos favoráveis ao governo do Congresso, parece que está começando a se esclarecer. Sempre achei que alguma coisa não fazia muito sentido. Afinal, é muita bandeira pagar deputados com dinheiro em malas, quando o governo dispõe de uma poderosa máquina capaz de oferecer favores muito mais rentosos e de maneira mais discreta. Com as últimas declarações do publicitário Marcos Valério e do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares - este último em depoimento espontâneo ao Ministério Público - as coisas começam a fazer algum sentido.

Valério teria repassado R$ 20 milhões ao PT para saldar dívidas de campanha eleitoral. O dinheiro gasto pelo PT nas campanhas foi obtido por doações não declaradas à Justiça Eleitoral - o conhecido caixa dois - e por isso a necessidade de uma forcinha também por fora para saldar tais dívidas. O dinheiro repassado ao PT por Marcos Valério seria um "empréstimo" segundo os dois, mas eles mesmos admitem que o partido não ressarciu o empresário. Ao que parece, Valério foi ressarcido de outras formas, com a prorrogação e sobrevalorização de contratos com empresas estatais. De qualquer forma, trata-se de corrupção. Há indícios ainda de que o empresário já tinha know-how nesse tipo de operação desde a era FHC. O governo do tucano Aécio Neves, em Minas Gerais, contratou as empresas de Valério até sem licitação.

Quem é vivo sempre aparece

Estamos de volta depois de uma longa temporada sem escrever no Bobagera. Sabe como é, a gente sempre arruma uma desculpa para não dizer que é preguiça. Antes era falta de tempo, depois excesso (tava precisando descansar). Agora vamos retomar o ritmo. Sem prometer nada, é claro.

31.3.05

Próstata

Impedível o texto do repórter Biaggio Talento (sobrenome bom esse, ein?) divulgado ontem pela Agência Estado e publicado nos jornais de hoje. Veja o que aprontou o nobre representante do povo baiano: Petista discursa contra exame de próstata que o fez ver estrelas. Durante 25 minutos, Sargento Isidório do PT usou a tribuna para detalhar o exame, reclamar da rudeza do médico, além de confessar que se sentiu "deflorado".

30.3.05

Big Brother de novo

A propósito da nota anterior, o Estadão e todos os outros jornais deram destaque ao assunto hoje.

29.3.05

Big Brother

Enquetes realizadas por meios de comunicação, exceto quando são pesquisas realizadas com rigor estatístico, não são representativas da opinião de um grande grupo de pessoas. Mas algumas vezes - raras, é verdade - fazem perguntas interessantes. Com a que foi colocada hoje no saite do Estadão: "O reality show Big Brother (a quinta edição do programa chega a seu final na noite de hoje) é um grande sucesso de público, isso ninguém discute. Mas há polêmica quanto à divulgação do que ocorre no programa. Uns consideram o assunto jornalístico, outros não. Ou seja, você acha que o estadao.com deve publicar hoje quem foi o vencedor da disputa?". No momento em que visitei a página, o resultado era o seguinte: 71.92% dos votantes disseram que não, o Bg Brother não é assunto de jornal. Os outros 28.08% acreditam que o Estadão deve, sim, tratar como notícia o episódio final do programa. Vamos ver o que acontece na edição de amanhã do jornal.

27.3.05

Cornos do mundo, uni-vos!

"Com a monogamia, apareceram duas figuras sociais constantes e características, até então desconhecidas: o inevitável amante da mulher casada e o marido corneado. Os homens haviam conseguido vencer as mulheres, mas as vencidas se encarregaram, generosamente, de coroar os vencedores. O adultério, proibido e punido rigorosamente, mas irreprimível, chegou a ser uma instituição social inevitável, junto à monogamia e ao heterismo. No melhor dos casos, a certeza da paternidade baseava-se agora, como antes, no convencimento moral, e para resolver a contradição insolúvel o Código de Napoleão dispôs em seu artigo 312: 'o filho concebido durante o matrimônio tem por pai o marido'. É este o resultado final de três mil anos de monogamia".

O texto acima é de Friedrich Engels, o parceiro intelectual de Karl Marx, e está no livro "A origem da família, da propriedade privada e do Estado", publicado pela primeira vez em 1884. Engels descreve, entre outras coisas, a evolução do matrimônio. Ele argumenta que, nas sociedades mais antigas, um grupo inteiro de homens "casava" com um grupo inteiro de mulheres. Nesse sistema, quando nascia uma criança, não era possível identificar com precisão quem era o pai. A mãe era uma certeza, o pai, apenas uma presunção. No parágrafo acima, de forma surpreendentemente bem humorada, Engels afirma que, mesmo com a evolução para o casamento monogâmico na sociedade moderna, a essência da coisa não mudou tanto assim.

26.3.05

Não precisa ler isto

Regra número um do "Manual sobre como passar um dia inteiro sem falar besteira": quando não tiver o que dizer, fique de boca fechada. É de fato muito arriscado começar a escrever alguma coisa quando não se tem o que dizer, mas não resisti a escrever uma nota começando por essa frase. Na verdade muita gente de talento escreveu coisas boas sem ter absolutamente nada a dizer. O segredo, talvez, seja a sinceridade. Admita que você não está discursando sobre coisa alguma. O escritor argentino Julio Cortázar fez um livro inteiro assim, nos anos 1950. Chama-se "Histórias de cronópios e de famas". A primeira das quatro partes do livro, intitulada "Manual de Instruções" traz coisas sensacionais como "Preâmbulo às instruções para dar corda no relógio":

"Pense nisto: quando dão a você de presente um relógio estão dando um pequeno inferno enfeitado, uma corrente de rosas, um calabouço de ar. Não dão somente o relógio, muitas fecilidades e esperamos que dure porque é de boa marca, suíço com âncora de rubis; não dão de presente somente esse miúdo quebra-pedras que você atará ao pulso e levará a passear. Dão a você um novo pedaço frágil e precário de você mesmo, algo que lhe pertence mas não é seu corpo, que deve ser atado a seu corpo com sua correia como um bracinho desesperado pendurado a seu pulso. Dão a necessidade de dar corda todos os dias, a obrigação de dar-lhe corda para que continue sendo um relógio; dão a obsessão de olhar a hora certa nas vitrinas das joalherias, na notícia do rádio, no serviço telefônico. Dão o medo de perdê-lo, de que seja roubado, de que possa cair no chão e se quebrar. Dão sua marca e a certeza de que é uma marca melhor do que as outras, dão o costume de comparar seu relógio aos outros relógios. Não dão um relógio, o presente é você, é a você que oferecem para o aniversário do relógio".

24.3.05

Avacalhação II

Há muitas maneiras estranhas de morrer. A edição de hoje do AN Capital, suplemento regional do jornal A Notícia em Florianópolis, conta uma delas. Matéria do colega Jéferson Lima, o Fifo, traz a história de uma aposentada de Palhoça, cidade nos arredores da capital, que cuidava de dezenas de animais em seu sítio por pura caridade. Trazia bois, vacas, porcos, gansos, cães e gatos, muitos doentes, dos sítios e fazendas da região, alguns prestes a serem sacrificados pelos proprietários, e os medicava. Ontem, dona Pasqualina de Jesus, de 60 anos, tratava uma vaca muito doente quando o animal morreu e desabou sobre a aposentada. Ela quebrou o pescoço e morreu por asfixia. Uma pessoa assim de bom coração não merecia um fim assim, digamos, avacalhado.

Avacalhação I

Depois de algum tempo sem aparecer por aqui, trago novidades. A foto que estava aí do lado, na qual este que vos escreve era flagrado cantando num karaokê, foi substituída pela caricatura - com assinatura e tudo - de autoria do colega jornalista, cartunista e chargista Zé Dassilva. O desenho foi feito para o convite de formatura da "Turmalina", a turma de formandos do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em agosto de 1997. Como a turma só tinha figuras, o convite foi um álbum de figurinhas. As caricaturas de todos os formandos, aglomeradas na capa, eram repetidas individualmente na parte de dentro, numeradas. O convite vinha com uma coleção de pequenas fotos (as figurinhas) dos formandos para serem coladas sobre os desenhos. Criativo, não? A reprodução que está agora no blogue é uma ampliação da capa do convite. Achei que seria uma boa forma de "avacalhar" (no bom sentido) um pouco o visual do Bobagera.

2.3.05

Rock na praia


A histórica segunda apresentação d'Os The Ruins Brothers, na Praia Grande, em Governador Celso Ramos (SC). Como na primeira, por ocasião do casamento do baixista Gian Ruin (à esquerda na foto, tocando guitarra), o show teve um motivo especial: o aniversário do vocalista Carlito Ruin, comemorado no último dia 26 de fevereiro. A formação contou com o guitarrista Arlen Ruin (na foto tocando baixo) e o baterista Jefe Boy Ruin. Como prometido, we rocked the beach. Posted by Hello